Atlético Mineiro e Palmeiras fizeram um jogo nervoso no empate 1 a 1 na Arena do Jacaré, pela Sul Americana. O resultado pode ser considerado justo. Porém, as duas equipes tem muito a reclamar do árbitro Marcelo de Lima Henrique, fraco na disciplina e atrapalhado num lance capital da partida. O empate deixa as duas equipes vivas na luta por vaga na semifinal da competição.
O Palmeiras teve mais volume de jogo, deixou boa impressão no primeiro tempo. Saiu na frente após bela tabela de Kleber com Tinga, que enganou a fraca defesa mineira, Kleber ficou na cara do goleiro para fazer 1 a 0. Valdivia voltou a sentir contusão e deixou o gramado ainda no primeiro tempo. Deola ( Foto -forumptd.com ) fez pelo menos quatro grandes defesas e foi o destaque do time na partida.
O Atlético conseguiu melhorar no segundo tempo após o gol e criou boas chances de gol até o empate após pênalti legitimo de Marcio Araújo em Obina. Boa fase, Obina empatou. Daniel Carvalho saiu contundido no primeiro tempo e o goleiro Renan Ribeiro justificou a fama. O problema do time é a defesa. Mesmo com três zagueiros, muitos erros. Cáceres além de errar na marcação, abusou das faltas.
O lance polêmico do jogo aconteceu no segundo tempo, com o Palmeiras em vantagem. Lincoln escapou pela esquerda, em impedimento, e sofreu pênalti de Jairo Campos. O bandeira não marcou na hora e o árbitro voltou atrás e não deu o pênalti. A decisão tomada pelo árbitro foi certa, mas misteriosa. O bandeira não marcou e fica a suspeita sobre como o trio foi alertado. Após a confusão, jogadores do Palmeiras peitaram o árbitro, que desastrado, não reagiu.
Apesar da confusão do lance do pênalti a favor do Palmeiras e da falta de pulso do árbitro, empate justo. Para o Atlético restou vencer no Pacaembu e o único empate que não serve ao Palmeiras é 1 a 1, que lavaria a decisão da vaga para os pênaltis.
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